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Comparativo carrinhas médias Diesel

10-11-2008 17:28:23

 

 

Quantas vezes, numa qualquer ida ao supermercado, se depara com a eterna questão: para quê comprar caro quando na mesma prateleira existe um produto semelhante, mas mais barato? Pois bem, pegando neste velho dilema, que atormenta a maioria dos portugueses (crise a quanto obrigas), decidimos fazer este comparativo, em que colocamos, de um lado, duas das carrinhas médias diesel mais acessíveis do mercado, a Renault Laguna Break na recente versão 1.5 dCi de 110 CV e a VW Passat Variant 1.9 TDI de 105 CV. Do outro, as versões topo de gama da Citroën C5 Tourer e da Ford Mondeo SW. Ambas estão equipadas com o mesmo motor turbodiesel de 2.2 litros com 173 e 175 CV, respectivamente. O desenvolvimento do trabalho é simples: cada dupla enfrenta-se entre si no habitual esquema que caracteriza os comparativos da Turbo.
A única diferença está na conclusão conjunta dos quatro modelos, que tem como factor primordial a vertente da economia, com os resultados dos consumos à cabeça.
O propósito é saber até que ponto os consumos de um carro podem torná-lo num melhor ou pior negócio ao fim de um determinado tempo, independentemente do seu motor e do preço de venda ao público. Isto quer dizer que, por exemplo, um modelo que custa 40 mil euros, se tiver consumos mais reduzidos (menos um ou dois litros) que um de 35 mil euros, é, muito provavelmente, um investimento mais vantajoso.

Subida de estatuto

Com o mesmo motor turbodiesel de 2.2 litros, C5 Tourer e Mondeo SW pretendem subir de estatuto e desafiar os líderes. Será que conseguem?

Os vários modelos que foram lançados ultimamente na classe das carrinhas de gama média, a Citroën C5 Tourer e a Ford Mondeo SW são as que maiores evoluções tiveram quando comparadas com as suas antecessoras. Pormenores como a qualidade, a tecnologia de vanguarda e a elegância das linhas passaram a fazer, mais activamente, parte do portfólio de cada uma delas, sem penalizar a vertente familiar (a habitabilidade e a capacidade da bagageira).
Como ponto em comum surge o motor turbodiesel de 2.2 litros, embora, como vamos ver, com interpretações diferentes, principalmente ao nível do binário, associado ao equipamento mais apetrechado de cada uma das gamas.
Tanto a C5 Tourer 2.2 HDI como a Mondeo SW 2.2 TDCI reúnem todas as condições para oferecer o melhor de dois mundos (espaço e status) a quem procura uma carrinha. O problema está na imagem que ambas as marcas têm, quando comparadas com as referências da classe. Falamos, claro está, da Audi A4 Avant, da BMW Série 3 Touring e da Mercedes Classe C SW. Para comprovar esta afirmação nada melhor que pedir ao leitor para se colocar no lugar de comprador e confrontá-lo com a seguinte questão: sabendo que uma BMW 320d Touring (177 CV) custa 42 396 euros (43 884 euros na versão mais equipada Dynamic), optaria por uma C5 Tourer 2.2 HDI por
43 334 euros ou uma Mondeo SW 2.2 TDCI por 42 325 euros? A resposta é sua...

 

 

Carroçaria
Mais próximos

Uma das faces mais visíveis da referida evolução que estas duas carrinhas receberam está na qualidade de construção patenteada.
É verdade que ainda não estão ao mesmo nível da denominada armada germânica, mas a distância é agora muito mais curta.
Uma montagem rigorosa com folgas mínimas entre os vários painéis e uma elevada rigidez estrutural revelam bem o esforço efectuado tanto pela Citroën como pela Ford na concepção dos seus modelos.
Para além da qualidade, esta rigidificação das carroçarias reflecte-se noutros domínios, como por exemplo na segurança activa, com uma intervenção dominante no comportamento dinâmico. Neste aspecto, nenhuma das carrinhas em confronto dispensa os controlos de estabilidade e de tracção e, no caso da C5 Tourer, também está presente o sensor de pressão dos pneus.
No que concerne à capacidade da bagageira e à acessibilidade ao habitáculo já o equilíbrio é menor, com a Mondeo SW a ganhar vantagem, por ter uma das maiores malas do segmento (554 litros contra 505 da C5 Tourer) e uma maior abertura tanto das portas dianteiras como das traseiras.

 

 

 

 

Interior
Espaço com fartura

Se há algo de que os compradores destes dois modelos não se poderão queixar é da falta de espaço. Com um índice de habitabilidade de 9824 pontos, a Mondeo SW é 'somente' a maior do segmento. Medidas como a largura interior ao nível dos cotovelos, a altura nos bancos dianteiros e traseiros e o comprimento total são determinantes para o domínio da Ford, que acaba por ser quase injusto perante os muito respeitáveis 9704 pontos somados pela C5 Tourer.
Como resposta, o modelo da Citroën faz-se valer da tradição francesa e afirma-
-se como o mais confortável, muito por mérito da suspensão hidropneumática activa (Hidractiva 3+), que permite ao condutor, através de um botão, optar por uma taragem mais confortável ou mais desportiva da suspensão e, ainda, regular a altura da carroçaria de forma a facilitar o acesso à bagageira.
A C5 é também a que melhor isola os ruídos exteriores. Neste capítulo do conforto a Mondeo SW acaba por ser também penalizada por uma afinação mola/amortecedor mais desportiva.
A partir daqui, prevalece o empate, com ambas a oferecerem de série o ar condicionado automático com regulações independentes e, no capítulo da segurança passiva, airbags frontais, laterais, de cortina e de joelhos para o condutor e a alcançarem nota máxima (5 estrelas) nos testes de colisão da EuroNCAP.

 

 

 

 


Mecânica
Binário precioso
Embora partilhem o mesmo motor turbodiesel de 2.2 litros acoplado a caixas manuais de seis velocidades, cada marca faz uma gestão ligeiramente diferente desta mecânica, com melhores resultados para a Ford. Assim, enquanto esta consegue extrair
175 CV e um binário de 400 Nm (420 Nm com a função overboost), a Citroën fica-se pelos 173 CV e um binário de 370 Nm.
Em termos de potência, a diferença é mínima, mas no binário o caso muda de figura, acabando por fazer toda a diferença a favor da Mondeo SW, principalmente nas recuperações em quarta e quinta velocidade.
É inequívoco que o papel das suspensões é proporcionar o melhor compromisso entre o conforto e o comportamento e que a utilização em ambas, de uma estrutura multibraços no eixo traseiro (à frente a Citroën recorre a um sistema de duplos triângulos, enquanto a Ford usa um MacPherson) é a solução certa para alcançar esse objectivo.
Mas não podemos deixar de dar destaque ao sistema de suspensão hidropneumática activa da C5 Tourer, quer pela vertente tecnológica, quer pela sua eficácia.

 

 

 

 

Ao volante
Sensação de segurança
Revelando uma postura mais desportiva, a Mondeo SW oferece um ambiente interior e uma posição de condução condizentes com esta característica. Depois, entra em acção o excelente chassis, auxiliado por uma suspensão desportiva e pelas ajudas activas, que proporcionam uma estabilidade e uma precisão em curva irrepreensíveis. Igualmente eficaz, a C5 Tourer apoia-se na citada suspensão para nos presentear com um comportamento rigoroso e uma sensação permanente de segurança, mas com muito mais conforto.
No que concerne às prestações, a pergunta que se coloca é: quanto valem os 30 Nm de binário que a Ford tem a mais? Muito, principalmente quando associados a uma menor relação peso/potência (9,2 contra 10,6 kg/CV da Citroën).
Exceptuado as recuperações verificadas em sexta velocidade, todos os outros valores são favoráveis à Mondeo SW, esteja ela com muita ou pouca carga. A Citroën também precisa de mais 3 metros para se imobilizar desde os 100 km/h apenas com o condutor a bordo (43 metros contra 40 da Ford) e de mais quatro metros quando carregada (46 metros contra 42).

Economia
No limiar dos 40 mil
É difícil encontrar dois modelos com estas características que ofereçam um equipamento tão rico neste patamar de preço. Contudo, também é verdade que os mais de 40 mil euros pedidos por cada uma as colocam numa posição sensível face à concorrência com imagem de marca mais consolidada. Daí que, apesar de estarem separadas (depois de alinharmos o equipamento) por apenas 445 euros, parece-nos importante premiar o custo mais baixo da Mondeo SW. Em contrapartida, a C5 Tourer apresenta um programa de revisões mais alargado (30 mil km contra 20 mil da Ford).
Sem direito a prémio estão os elevados consumos verificados em ambas (é muito difícil baixar dos oito litros), cerca de dois litros acima dos valores anunciados pelas marcas. O mesmo se passa com a eficácia energética, onde as emissões de CO2 de 165 g/km da Citroën e 175 g/km da Ford as colocam numa pouco honrosa Classe D.

 

 

Porta de entrada
Eis as versões diesel mais baratas das gamas Laguna Break e Passat Variant

As duas carrinhas que protagonizam as páginas anteriores não terão vida fácil devido ao seu preço. Mas aqui encontramos outras duas que vivem a realidade oposta, pois estamos perante o que de mais acessível a Renault e a VW têm em termos de carrinhas diesel nas gamas Laguna e Passat.
Ao introduzir pela primeira vez um motor diesel de baixa cilindrada (1.5 dCi ECO2 de 110 CV) na Laguna Break, a Renault criou uma dor de cabeça à concorrência, já que os 31 050 euros da versão de entrada a colocam entre os segmentos C e D, tornando-a num alvo muito apetecível. Por um lado, é mais bem construída, mais espaçosa e mais confortável que, por exemplo, uma Mégane Break. Por outro, é das propostas mais baratas do seu segmento, sem que isso implique grandes restrições em relação às suas verdadeiras adversárias.
'Quem não tem cão caça com gato'. Esta parece ser a máxima da VW que, não tendo um motor com as características da sua rival, recorre ao 1.9 TDI de 105 CV, agora sob a designação 'ecológica' Bluemotion, para servir de entrada ao mundo dos Passat diesel. E se a maior cilindrada obriga a marca a pedir um pouco mais (33 041 euros) da carteira dos compradores, já em termos de economia de consumos a Passat Variant não dá qualquer hipótese às três rivais deste trabalho.

 

 

Carroçaria
Obra feita

Tendo como um dos principais pontos do caderno de encargos a aproximação aos padrões de qualidade dos modelos alemães, a Renault deitou mãos à obra e conseguiu levar os seus intentos a bom porto, colocando a Laguna em pé de igualdade com a Passat. A solidez de construção e a escolha criteriosa dos materiais do habitáculo resultam na convergência entre a percepção e a realidade.
Igualmente real e com nota elevada é a aposta que as duas marcas fazem na segurança activa, onde são preponderantes as acções dos vários dispositivos activos, bem como a elevada rigidez estrutural.
Quando pensamos numa carrinha é inevitável associarmos capacidade de mala e acessibilidade. Se está a pensar em optar por uma destas, saiba desde já que, no primeiro aspecto, há soluções maiores no segmento mas tanto os 508 litros da Laguna Break como os 513 litros da Passat Variant chegam perfeitamente para os 'gastos'. Quanto à acessibilidade, a Renault proporciona não só uma maior abertura das quatro portas como permite o acesso à mala através da abertura do vidro em separado da porta.

Interior
Números trocados
A maior habitabilidade pertence à Passat Variant. São 9614 pontos do nosso índice, contra 9534 pontos da sua rival. Mas não deixa de ser curioso que, sendo a Laguna Break mais comprida e tendo uma maior distância entre eixos, só consiga superiorizar-se nas medições efectuadas ao nível da altura ao tecto, à frente e atrás. Todos os outros registos são favoráveis ao modelo germânico, com destaque para o comprimento do habitáculo (2,19 metros contra 2,18 metros) e para a distância que vai da bacia do condutor até ao tornozelo
(1,06 contra 1,04 metros).
Como resposta, a Renault aproveitou todo o seu know-how na concepção dos monovolumes para tornar a Laguna Break numa das carrinhas mais funcionais de uma classe onde, geralmente, tudo se resume ao porta-luvas e às bolsas nas portas. Assim, para rebater os bancos traseiros basta pressionar dois botões situados nas paredes laterais da bagageira para ficarmos com um espaço de carga totalmente plano.
Da mesma forma, também o sector do conforto é favorável ao modelo francês, embora aqui a diferença para a VW seja mínima, graças ao eficaz trabalho da suspensão traseira multibraços e de uma melhor insonorização do habitáculo.
No que concerne à segurança passiva, ambos os modelos são exemplares, disponibilizando, de série, os airbags frontais, laterais e de cortina e a obterem as cinco estrelas nos testes de colisão da EuroNCAP.

 


A maior habitabilidade pertence à Passat Variant. São 9614 pontos do nosso índice, contra 9534 pontos da sua rival. Mas não deixa de ser curioso que, sendo a Laguna Break mais comprida e tendo uma maior distância entre eixos, só consiga superiorizar-se nas medições efectuadas ao nível da altura ao tecto, à frente e atrás. Todos os outros registos são favoráveis ao modelo germânico, com destaque para o comprimento do habitáculo (2,19 metros contra 2,18 metros) e para a distância que vai da bacia do condutor até ao tornozelo
(1,06 contra 1,04 metros).
Como resposta, a Renault aproveitou todo o seu know-how na concepção dos monovolumes para tornar a Laguna Break numa das carrinhas mais funcionais de uma classe onde, geralmente, tudo se resume ao porta-luvas e às bolsas nas portas. Assim, para rebater os bancos traseiros basta pressionar dois botões situados nas paredes laterais da bagageira para ficarmos com um espaço de carga totalmente plano.
Da mesma forma, também o sector do conforto é favorável ao modelo francês, embora aqui a diferença para a VW seja mínima, graças ao eficaz trabalho da suspensão traseira multibraços e de uma melhor insonorização do habitáculo.
No que concerne à segurança passiva, ambos os modelos são exemplares, disponibilizando, de série, os airbags frontais, laterais e de cortina e a obterem as cinco estrelas nos testes de colisão da EuroNCAP.

Mecânica
Unidas pelo ambiente

Apesar de serem as versões de entrada de cada gama e de terem potências muito aproximadas, os dois motores pouco ou nada têm em comum. Talvez a única coisa seja mesmo o facto de receberem as recentes nomenclaturas (ECO2 na Renault e Bluemotion na VW) introduzidas pelas marcas para distinguirem os seus modelos mais comedidos, tanto em consumos como em emissões de CO2.
A partir daí, a Laguna Break recebe a versão mais potente (110 CV) do bloco 1.5 dCi, munido de um turbo de geometria variável e injecção directa do tipo common rail, com 240 Nm de binário, enquanto a Passat Variant se mantém fiel ao 1.9 TDI de 105 CV, com tecnologia de injector-bomba e 250 Nm. Mais-valias de ambos? No primeiro, o rendimento do motor, traduzido numa maior pressão média efectiva (21,0 bar contra 16,8 bar da VW), e o bom escalonamento da caixa de seis velocidades, que disfarça (até certo ponto) as evidentes limitações do propulsor. No segundo, a maior cilindrada e o facto de o binário máximo chegar ligeiramente mais cedo, permitindo um índice de elasticidade superior.
Incompreensivelmente, a Renault continua a manter uma estrutura de suspensão traseira de eixo de torção, quando a maioria, senão a totalidade, da concorrência recorre ao muito mais eficaz sistema multibraços. O que lhe vale é que o excelente chassis minimiza bem esta lacuna.

 

 

 


 

Ao volante
Emoções brandas

Pelas características dos seus motores, ninguém esperará com certeza grandes feitos em termos de prestações de qualquer uma destas carrinhas.
Com relações peso/potência pouco abonatórias, o ideal é optar-se por uma condução mais calma, principalmente quando carregadas, altura em que a Passat Variant chega a gastar mais seis segundos (36,1 contra 42,4 segundos) do que em vazio para recuperar dos 40 aos 120 km/h em quinta velocidade (ver caixa). Por curiosidade, diga-se que a Laguna Break chega a demorar quase um minuto (54,8 contra 57,4 segundos), mas em sexta velocidade, para efectuar a mesma prova. No fundo, estamos perante uma situação de 'dividir o mal pelas aldeias'. Enquanto a VW é mais rápida nas prestações puras (velocidade máxima e acelerações), a Renault chama a si as despesas nas recuperações.
A performance acaba por ser o ponto fraco das duas, já que tanto uma como a outra têm chassis para aguentar muito mais motor. Em curva, o rolamento das carroçarias está sempre controlado e, quando nos excedemos um pouco mais, lá estão as ajudas electrónicas.
Na travagem, distinção honrosa para a representante francesa que, carregada, precisou de apenas 41 metros (42 metros em vazio) para se imobilizar a uma velocidade de 100 km/h. Já a Passat gastou mais três metros (44 metros) em ambas as medições.

 

Economia

Bom e barato

Alinhados os equipamentos, verifica-se um empate, embora tenhamos de ter em atenção que a Renault tem nas suas fileiras uma versão (Confort) ainda mais barata, mas menos apetrechada.
Seja como for, qualquer um dos preços é bastante atractivo, tendo em conta as características e qualidades dos dois produtos. Ainda por cima, no caso do Passat, estamos perante um verdadeiro sorvedouro de alcatrão. Com uma média de consumos de 6,1 litros, o modelo alemão permite-nos fazer mais de 1100 quilómetros com um só depósito. Algo que na Laguna é impensável, pois para conseguirmos baixar dos 7,5 litros de média, quase não podemos tocar no acelerador.
No entanto, nem tudo está perdido para a Renault, que tem a vantagem de libertar menos emissões de CO2 (139 contra 157 gr/km da VW), o que lhe permite estar numa classe energética inferior, e de proporcionar um plano de garantias geral (três anos ou 150 mil km) mais vantajoso para o proprietário.

 

 

Conclusão
Economia é TDI

Olhando para os resultados finais, verificamos que no duelo entre a C5 Tourer e a Mondeo SW, a vitória sorri à segunda, muito graças a um melhor aproveitamento das capacidades do motor 2.2 por parte da Ford, enquanto que na guerra entre a Laguna Break e a Passat Variant é a representante francesa a superiorizar-se. É mais confortável e é tecnicamente mais avançada.
O nosso espanto é grande quando verificamos que o melhor negócio em termos de economia é precisamente a carrinha que alcançou a menor pontuação total das quatro, a Passat. Tendo como ponto de partida uma quilometragem anual de 25 mil quilómetros, os nossos consumos e os preços actuais do gasóleo, o cliente da carrinha alemã recupera o maior investimento inicial (511 euros), em relação à Laguna que é a mais barata, em pouco mais de um ano. Com consumos de 6,1 contra 7,5 litros da Renault, o motor 1.9 TDI da VW permite poupar por ano cerca de 458 euros em comparação com o 1.5 dCi. Já em relação às outras duas rivais, e como ambas têm consumos na ordem dos 8,5 litros, a diferença é ainda maior, chegando aos 786 euros no caso da Citroën e 818 euros da Ford, aos quais se devem acrescentar os quase dez mil euros que estas custam a mais que a Passat Variant.

 

 

 

Preço das carrinhas deste comparativo
Ford Mondeo SW 2.2 TDCI (versão base 42 325 euros)
Citroën C5 Tourer 2.2 HDI (versão base 43 334 euros)
Renault Laguna 1.5 DCI (versão base 32 530 euros)
VW Passat Variant 1.9 TDI (versão base 33 041)

 

 

Comparativo publicado na Revista Turbo de Outubro de 2008  

 

Texto:Miguel Rodrigues/Fotografia:José Bispo/Metrologia: Miguel Gomes

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